ALAVANCA NO UOL EMPREENDEDORISMO

PROJETO COM JOVENS CARENTES RESUME PALESTRAS EM DESENHO E VIRA NEGÓCIO

Facilitação Gráfica

Criado na Brasilândia (zona norte de São Paulo), Luiz Flávio Lima, 31, sentia falta de atividades para os adolescentes da comunidade e, em 2001, abriu o Instituto Sala 5, um projeto social que dá cursos de design gráfico e fotografia a jovens de 16 a 24 anos. Ao ver que os jovens do instituto não conseguiam emprego na área e percebendo uma oportunidade de negócio, em 2010, ele fundou a Alavanca Projetos.

O carro-chefe é a facilitação gráfica, resumo de palestras, congressos ou reuniões em painéis desenhados. Há também outros serviços de comunicação visual, como desenhos animados com narrador.

Hoje, a empresa tem 15 funcionários, todos capacitados no projeto social, para atender os cerca de 30 clientes mensais, conta Lima. Ele diz que os jovens têm, em média, 22 anos e encontraram na Alavanca o seu primeiro trabalho com carteira assinada.

O empresário não divulga o faturamento, mas diz que um projeto de facilitação gráfica na empresa pode custar de R$ 1.800 a R$ 6.200 a diária, dependendo do número de profissionais e da riqueza de detalhes que o trabalho exigir. Cerca de 30% do faturamento é usado para manter o Instituto Sala 5, afirma ele.

A empresa usa a estrutura do Instituto Sala 5 e os clientes são, principalmente, grandes empresas, governos e outros institutos sociais. “Os primeiros clientes já conheciam nossa atuação no terceiro setor há algum tempo, então, não foi difícil conquistá-los”, conta.

Dificuldade de comunicação deu origem a empresa gaúcha

A comunicação por meio de desenhos também virou negócio para Luciane Xerxenevsky, 39, após viajar aos Estados Unidos sem dominar o inglês. Ao perceber que isso gerava empatia nas pessoas, a engenheira  pesquisou o assunto, fez cursos e assim nasceu a Via Mosaico, em 2007.

“Mais do que saber desenhar, quem faz facilitação gráfica precisa ter boa capacidade de síntese e sensibilidade para reproduzir o tema discutido, além de conseguir trabalhar sob pressão”, diz o sócio Fernando Guimarães, 28.

O investimento inicial para a abertura da empresa em Porto Alegre foi de cerca de R$ 1.500, segundo Guimarães. Eles não divulgam o faturamento, mas dizem realizar cerca de três projetos por mês. O preço médio da diária é de R$ 3.000, com uma pessoa, e de R$ 4.500, com dois profissionais.

Os empresários das duas empresas dizem que, como a facilitação gráfica ainda não é muito conhecida e existem poucas empresas na área, é comum que eles viajem para atender clientes em todo o país. Além disso, pode acontecer de duas empresas diferentes trabalharem juntas em um mesmo evento.

“Às vezes, concorrentes que não conseguem atender determinado cliente nos indicam para o trabalho e vice-versa. Como temos bastante funcionários, também acontece de emprestarmos alguns para outros empresas se eles estiverem disponíveis e elas estiverem precisando”, diz Lima.

Empresas têm que se profissionalizar para ter sucesso, diz consultora

Rogério Oliveira, gestor da rede Yunus Negócios Sociais no Brasil, diz que o modelo de negócios da Alavanca Projetos é interessante, pois possibilita a sustentabilidade financeira de um projeto social que gera benefícios à comunidade.

“Investir em negócios sociais traz uma série de benefícios, principalmente indiretos, como redução da desigualdade e violência. Além disso, há o prazer de ajudar a resolver problemas do nosso entorno. A principal dificuldade relacionada a este tipo de empresa está em conseguir se manter viável financeiramente”, declara.

Ana Vecchi, diretora da consultoria de negócios Vecchi Ancona, diz que o mercado de facilitação gráfica é interessante e, por exigir investimento inicial baixo, possui poucas barreiras de entrada, o que pode facilitar a concorrência.

“O que vai fazer as empresas se diferenciarem neste segmento é o talento e a qualificação técnica. As empresas têm que se estruturar adequadamente para oferecerem serviços profissionais”, afirma.

Onde encontrar:

Alavanca: www.alavancaprojetos.com.br e facebook.com/alavancaprojetos

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Por que nossa política é tão burra?

Os vídeos gráficos estão cada vez mais caindo nas graças das empresas e projetos de todo tipo. Por ser uma linguagem dinâmica e de fácil compreensão, muitos profissionais e organizações estão utilizando esse recurso para contar histórias, explicar processos e apresentar seus diferenciais, com rapidez e criatividade.

Navegando pela internet encontramos esse vídeo gráfico da Revista Superinteressante que explica em pouco mais de 4 minutos o por que de nosso sistema político ser tão ineficaz, e a nossa parcela de culpa por isso. Vale a pena dar uma olhada!

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Cansou do PowerPoint? Eis outra saída

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Para a reunião com um grande cliente em abril, um alto gerente da Accenture, Mark Papia, contratou um profissional do qual nunca tinha ouvido falar: um “facilitador gráfico”.

Durante o encontro, a ilustradora Julie Stuart usou folhas de papel de 1,2 metro x 2,5 metros para criar grandes murais que retratavam a discussão entre os participantes. A meta? Ajudar todos a estabelecer conexões e a lembrar de pontos cruciais. “O desenho gerou uma quantidade enorme de interação”, diz Papia.

A facilitação gráfica, ou visual, remonta no mínimo à década de 1970, quando foi popularizada por um grupo de arquitetos de San Francisco, nos Estados Unidos. Ultimamente, andou crescendo — em parte devido à saturação do PowerPoint. Um mural desses pode ser digitalizado e amplamente distribuído por e-mail, e servir não só de resumo do encontro a ser arquivado em alguma pastinha, mas também como referência visual para metas ou processos cruciais. “Quero que alguém que não tenha participado da conversa seja capaz de olhar para algo que fiz e rapidamente assimilar as principais ideias”, diz a ilustradora Bree Sanchez, de San Francisco.

E funciona?

Professor da Universität St. Gallen, na Suíça, Martin Eppler estudou o efeito da representação visual na recordação de conteúdo. Descobriu que o registro gráfico ajuda mais do que slides de PowerPoint, sobretudo se o indivíduo sentir que teve participação no desenho. “A pessoa lembra melhor daquilo que ela mesma criou”, diz Eppler. Com o PowerPoint, os slides já chegam prontos, não há interação ou participação. Já com o registro gráfico, todo participante dá ideias para a imagem — e sente, portanto, que contribuiu para o resultado final.

O estudo de Eppler sugere, no entanto, que programas de software que permitem ao indivíduo criar sua própria representação visual — Let’s Focus ou SmartDraw, por exemplo — podem ser mais eficazes do que a obra de um artista, que custa caro (nos EUA, um profissional tarimbado cobra de US$ 1 mil a US$ 3,5 mil por dia).

Opinião de empresas

A lista de empresas que usam a técnica inclui HP, Dell, S.C. John­son e Charles Schwab. Desde 2005, a Kraft Foods usa a facilitação gráfica na formação de lideranças. “Para mim, um desenho é um tremendo gatilho”, diz Nicole Polarek, diretora associada de desenvolvimento organizacional. “Só de olhar para a imagem posso lembrar da conversa.” Jason Dirks, diretor de capacitação da Kraft, diz que o registro gráfico mantém o pessoal interessado e engajado em dois planos. “No início, há o fator ‘surpresa’ de ver a pessoa ali desenhando a imagem”, diz Dirks. Mais tarde, o desenho pode ser estudado mais detidamente. “Um ilustrador consegue registrar as coisas com muita profundidade.”

Fonte: Harvard Business Review Brasil

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EDUCAÇÃO E FACILITAÇÃO GRÁFICA: TUDO A VER!

Em maio desse ano a ALAVANCA foi convidada para fazer o registro gráfico completo do 14º Fórum Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação, utilizando-se da facilitação gráfica como ferramenta. O convite partiu da UNDIME (União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação), organização que está presente em todos os estados do país e tem como principal bandeira a melhoria da qualidade da educação pública no Brasil.

O encontro que durou 4 dias ocorreu na Costa do Sauípe, no Município de São João da Mata-BA, e reuniu cerca de 1.200 Secretários Municipais de Educação de todo o país. Na pauta estavam os debates acerca do futuro da educação pública, o aumento do investimento público no setor e a implementação “pra valer” do Plano Nacional de Educação (PNE). As discussões contaram com a presença do Ministro da Educação, Aloizio Mercadante, além de outros inúmeros profissionais do setor público e privado que atuam na área de educação. Até o cantor MV BILL apareceu por lá, contando suas experiências como empreendedor social na educação.

A ALAVANCA registrou todos os conteúdos em inúmeros painéis visuais que podem ser conferidos aqui. O vídeo abaixo foi feito pela UNDIME e mostra um pouquinho do que foi o nosso trabalho! =] 

O Registro Gráfico – também conhecido como Facilitação Gráfica – é uma maneira de retratar de forma lúdica e artística os conteúdos gerados pelos participantes de palestras, planejamentos, conferências, reuniões, workshops, convenções, world cafés, entre outras atividades. Através dessa técnica, as contribuições de diversos participantes dão origem a painéis visuais colaborativos, que servem como ferramenta de motivação e integração, estimulando que o público desses eventos busquem conjuntamente os objetivos compartilhados durante as falas. Além de ser um eficaz registro das atividades ocorridas em um evento, a facilitação gráfica torna os encontros mais criativos e agradáveis.

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